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Mundo

Atentado em Barcelona só não foi pior porque “mãe de Satã” não funcionou

O atropelamento em massa na Rambla parece ter sido uma “solução de emergência”

22 de Agosto de 2017 - 07:37hs

A explosão foi acidental. A “mãe de Satã”, o explosivo que seria usado para acionar os botijões de gás em três vans, é relativamente fácil de ser produzido, mas tem alta volatilidade. O imã terrorista possivelmente foi um dos mortos.

O atropelamento em massa na Rambla parece ter sido uma “solução de emergência”. Younnes Yabouyaaqoub pretendia participar dos atentados coordenados, ficou sem o material de trabalho e partiu para o atropelamento solitário.

Depois de dirigir em zigue-zague por 600 metros, massacrando mais de uma centena de pessoas nos calçadões, fugiu a pé por outro ponto turístico, La Boquería, o mercado-berço da nova cozinha catalã. Usava jeans, tênis, camisa polo branca com listas azuis, óculos escuros: mais um numa infinita multidão de clones.

Há imagens dele nesse local, mas, pelo menos por enquanto, não do sequestro do Ford Focus com que avançou sobre uma barreira, atropelou uma policial e, mesmo com o carro furado de balas, conseguiu fugir.  O dono do carro, Pau Pérez,  foi morto a facadas.

 

 

Fonte: Veja

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