Mossoró 14 de Agosto de 2020 01:28h
Economia

Comércio está otimista com o Mossoró Cidade Junina 2017

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL/Mossoró), Getúlio de Freitas Vale, afirma que o comércio de um modo geral está otimista com o evento, especialmente quem comercializa produtos relacionados ao período junino, como hotéis, bares e restaurantes.

07 de Junho de 2017 - 10:43hs

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O Mossoró Cidade Junina (MCJ) é garantia de emprego e renda. E, na edição deste ano, não será diferente. Representantes dos lojistas e do comércio varejista estão otimistas com o retorno que o São João mais cultural do Brasil vai gerar.
 
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL/Mossoró), Getúlio de Freitas Vale, afirma que o comércio de um modo geral está otimista com o evento, especialmente quem comercializa produtos relacionados ao período junino, como hotéis, bares e restaurantes.
 
Getúlio disse que acredita que o fluxo de vendas vai melhorar em todos os setores. “O que esperamos é que os hotéis, bares e restaurantes fiquem lotados e, consequentemente, com a circulação de dinheiro, melhora outros setores que não estão diretamente ligados ao período junino”, observa.
 
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (Sindivarejo), Michelson Frota, acrescenta que o MCJ ajuda o comércio a começar o segundo semestre do ano com boa expectativa de vendas. “É um evento que mexe com todos os setores econômicos da nossa cidade. A nossa perspectiva é que, por se tratar de um evento cultural de raízes fortes, o Mossoró Cidade Junina vai se sobressair através do povo mossoroense”, ressaltou.
 
O último estudo de impacto econômico do MCJ apontou que para cada real investido, sete retornavam para a economia mossoroense. Um novo estudo está sendo realizado neste ano através do Departamento de Economia da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).

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