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George Soares comemora aprovação da PEC que viabiliza a prática da vaquejada

A proposta foi defendida também por deputados estaduais que justificaram as vaquejadas como atividades culturais. "Quem pratica a vaquejada são homens e mulheres de bem que dependem dessa cultura para manter a sua família. É um meio de sobrevivência principalmente na região Nordeste", disse George Soares.

01 de Junho de 2017 - 14:29hs

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (31), em segundo turno, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que viabiliza a prática da vaquejada e o assunto foi motivo de comemoração para o deputado George Soares (PR) que se pronunciou nesta quinta-feira (1) sobre o assunto durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa. O parlamentar destacou que o esporte é um meio de sobrevivência para muitas famílias.

A proposta foi defendida também por deputados estaduais que justificaram as vaquejadas como atividades culturais. "Quem pratica a vaquejada são homens e mulheres de bem que dependem dessa cultura para manter a sua família. É um meio de sobrevivência principalmente na região Nordeste", disse George Soares.

O parlamentar lembrou das movimentações pacíficas em torno do tema e disse que participou das principais discussões sobre o assunto na Assembleia Legislativa. George Soares é autor da lei que criou o dia estadual no vaqueiro no Rio Grande do Norte, datado em 18 de junho.

Em aparte, o deputado Dison Lisboa (PSD) ressaltou a relevância cultural da vaquejada e afirmou que os animais são bem tratados. “Além de ser um esporte cultural e tradicional, gera milhares de empregos”.

O deputado George Soares aproveitou a ocasião para falar sobre o retorno da tradicional vaquejada de Assu, que acontecerá entre os dias 15 e 17 de junho. “O evento tem mais de 100 anos de tradição, estava esquecido, mas esse ano volta como uma atividade importante que gera emprego e renda para a região”.

PEC 304

O texto, que já havia sido aprovado em primeiro turno, altera a Constituição para estabelecer que não são consideradas cruéis as atividades desportivas que utilizem animais, desde que sejam registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro e garantam o bem-estar dos animais.

A proposta, que foi aprovada por 373 votos a favor, 50 contra e 6 abstenções, segue agora para promulgação.

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