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Henrique Alves publica nota e diz ter vivido '328 dias de privação absoluta'

Na mensagem, ele comemorou ter 'superado' seu 1 ano, 1 mês e 1 semana, sob custódia da polícia, bem como o fato de ter recebido liberdade provisória

16 de Julho de 2018 - 08:33hs

Foto: José Aldenir / Agora Imagens

Do Portal Agora RN

O ex-ministro do Turismo Henrique Alves publicou nas redes sociais uma nota de agradecimento dois dias após ser solto pela Justiça Federal. Na mensagem, ele afirmou que viveu “328 dias de privação absoluta” e comemorou ter “superado” seu 1 ano, 1 mês e 1 semana sob custódia da polícia, bem como o fato de ter recebido liberdade provisória. Confira a nota: 

"Hora de agradecer

Vivi 328 dias de privação absoluta. Lutei por meus direitos na forma da Lei. E enfrentei com as graças de Deus, de Nossa Senhora e de seu Filho, Jesus. Superei, venci. Inteiro entrei. Sofrido, inteiro saí. Agora, a liberdade!

Agradecer ao MP que aquiesceu, ao Judiciário que concedeu. A minha família que sempre acreditou e que, ao meu lado, sofreu. Muito! A minha mulher Laurita, a meus filhos Andressa, Eduardo, Pedro Henrique. Também a Anita e Antônio. Aos meus irmãos, e “meu irmão” Garibaldi. Tanta força e solidariedade.
Agora, a emoção indescritível!

Agradecer a milhares de pessoas, conhecidas, desconhecidas, próximas, distantes, “o bacurau de sempre”, pelas orações e torcida. Aos policiais da Academia Militar; do Comandante aos mais humildes, o respeito devido.

Aos meus competentes e incansáveis advogados Marcelo Leal, Esequias Cortez, Erick Pereira e Alexandre Pereira.

Esperei passar esses dias. Emoção intensa.

Agora, agradecer. É o início do caminhar para a vitória final, da Justiça plena.

A todos, um até breve. Logo estaremos juntos, nos sonhos e na esperança! A luta continua!

Henrique Eduardo Alves."

O juiz federal Francisco Eduardo Guimarães concedeu liberdade provisória, na noite da quinta-feira, 12, ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves, que estava em prisão domiciliar desde maio deste ano.

A decisão judicial foi tomada três dias após o depoimento de Henrique Alves para o inquérito da Operação Manus, que apura desvio de recursos durante a construção do Estádio Arena das Dunas, em Natal.

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