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Justiça Federal do RN se torna a única Seção do país com 100% de IPC-Jus pelo quinto ano consecutivo

“O novo resultado do IPC-Jus para traz, mais uma vez, o reconhecimento para a JFRN, sobretudo seus magistrados e colaboradores, pelo engajamento e empenho em oferecer a prestação jurisdicional de qualidade e célere”, destacou o Diretor do Foro, Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino.

28 de Agosto de 2018 - 10:50hs

A divulgação do IPC-Jus (Índice de Produtividade Comparada), conferido pelo Conselho Nacional de Justiça a partir da produtividade do Poder Judiciário, colocou a Justiça Federal no Rio Grande do Norte com um fato inédito no país: é a única Seção Judiciária que, pela quinta vez, ganhou o título de 100% do IPC-Jus.

“O novo resultado do IPC-Jus para traz, mais uma vez, o reconhecimento para a JFRN, sobretudo seus magistrados e colaboradores, pelo engajamento e empenho em oferecer a prestação jurisdicional de qualidade e célere”, destacou o Diretor do Foro, Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino.

O levantamento feito pelo CNJ é a principal fonte de estatísticas oficiais do Poder Judiciário desde 2004, compilando dados de 90 tribunais, e demonstra, ano a ano, que o TRF5 é um dos tribunais mais produtivos do País.

TRIBUNAL – Já o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, integrado pelo Rio Grande do Norte e pelos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba, Alagoas e Sergipe, conseguiu o melhor desempenho entre os TRFs do País. O TRF5 se destacou, ainda, no Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM) e no Índice de Produtividade dos Servidores da Área Judiciária (IPS-Jud): 3.580 e 216, respectivamente, mesmo possuindo a maior carga de trabalho por magistrado e por servidor da área judiciária. Estes dados são calculados pela relação entre o volume de casos baixados e o número de magistrados e servidores na jurisdição, respectivamente. O TRF5 também obteve a menor taxa de congestionamento total (54,6%), indicador que mede o percentual de casos que permanecem pendentes de solução ao final do ano-base, em relação ao que tramitou (soma dos pendentes e dos baixados). Retirando os processos suspensos, sobrestados ou em arquivos provisórios, o congestionamento líquido é de 42,5%.

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