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"RN Sustentavel" mudou de nome, para " Governo Cidadão", mas o conceito continua o mesmo diz o coordenador do programa

“As ações "do programa" envolvem melhoria da gestão pública, capacitação dos servidores públicos, desenvolvimento sustentável e investimentos na infraestrutura do Estado. O novo nome vem na tentativa de se aproximar mais do conceito real do projeto, sem representar qualquer mudança em seu conceito original”, ressalta o coordenador.

26 de Abril de 2017 - 22:42hs

Foto: Divulgação

Criado durante a gestão da ex-governadora Rosalba Ciarlini e continuado no governo Robinson Faria (PSD), o programa “RN Sustentável” mudou recentemente de nomenclatura e passou a se chamar “Governo Cidadão”. De acordo com o secretário extraordinário de Gestão de Projetos e Metas do Governo e coordenador do projeto, Vágner Araújo, contudo, o conceito do projeto não foi alterado. Segundo ele, o principal objetivo da mudança foi demonstrar que o projeto não trata apenas de ações de sustentabilidade. Segundo ele, o “Governo Cidadão” possui abrangência em diversas áreas, além desta.


“As ações "do programa" envolvem melhoria da gestão pública, capacitação dos servidores públicos, desenvolvimento sustentável e investimentos na infraestrutura do Estado. O novo nome vem na tentativa de se aproximar mais do conceito real do projeto, sem representar qualquer mudança em seu conceito original”, ressalta o coordenador.


O programa RN Sustentável, agora Governo Cidadão, foi criado a partir de um Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial. O termo de cooperação prevê que o Estado elabore projetos de desenvolvimento no sentido de fomentar e criar condições para atrair investimentos para o Rio Grande do Norte. A instituição financeira arca com o financiamento.
O projeto envolve ações em conjunto com nove secretarias de Estado, além do Departamento de Estradas e Rodagens (DER). “O projeto é multissetorial. Temos ações em todo o Estado, nas áreas de Educação, Saúde, Turismo, Segurança, Desenvolvimento Sustentável, entre outras”, afirma Vágner.


O coordenador do programa relata, por exemplo, ações destinadas a famílias de baixa renda do interior. Segundo ele, o trabalho de acesso a água para comunidades socialmente mais vulneráveis envolve a execução de mais de 150 obras atualmente.


“São perfurações de poços, passagens molhadas, construções de barreiros, além de projetos de inclusão produtiva onde 80 organizações produtivas receberam convênios para construção e compra de equipamentos para pequenas fábricas no interior”, conta o articulador do programa. Ele complementa que tais projetos representam um montante de cerca de R$ 43 milhões em investimentos.


Na área da saúde, o programa tem investido em ações para desafogar o fluxo no Hospital Walfredo Gurgel, o maior do estado, e tentar minimizar a “ambulancioterapia” em outras unidades de saúde do interior. Para isso, hospitais regionais de Caicó, São Paulo do Potengi, João Câmara Pau dos Ferros, São José do Mipibu, Santo Antônio e Assu estão sendo reformados para implantação ou melhoria dos atendimentos de urgência e emergência. “O Governo está investindo com recursos do Acordo de Empréstimo mais de R$ 50 milhões”, assinala Vágner especificamente sobre a área da saúde.


Vágner ressalta, além disso, investimentos em outras áreas, como a melhoria dos serviços públicos de um modo geral. Entre demais ações do programa, ele cita as construções de novas unidades da Central do Cidadão em Natal, Parelhas e Pau dos Ferros e a reconstrução do prédio do Sine, na capital. “O Sine nunca havia passado por reforma. Agora, está sendo demolido, e um novo prédio será construído”, afirma o coordenador.


Ainda segundo o coordenador do programa, a crise econômica vivenciada pelo estado não tem prejudicado a implementação dos projetos do “Governo Cidadão”. Segundo Vágner Araújo, todas as ações acordadas no Acordo de Empréstimo vêm sendo cumpridas.


Sobre as metas para o decorrer do ano de 2017, o coordenador do programa registra que o planejamento é assinar todas as ordens de serviço e acompanhar as obras. “O tempo médio das obras como os investimentos em hospitais e Centrais do Cidadão duram, em média, um ano para construção e compra de equipamentos. A previsão das obras de acesso à água e inclusão produtiva é de conclusão até setembro”, finaliza Vágner, acrescentando que o Banco Mundial acompanha semestralmente a continuidade dos projetos.

 

*agorarn

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