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Jair Bolsonaro: o “mal” para o sistema político

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem pago um preço alto por sua posição política firme e exclusiva. O Brasil já vivia, desde os anos 1980, um modelo político baseado em interesses financeiros, muito semelhante ao que hoje conhecemos como Centrão. O Centrão não representa o Brasil; representa dinheiro. Quem se alinha a eles permanece, quem não se submete é descartado. A narrativa adotada é sempre a mesma: “somos contra o extremismo”.

Foi nesse intervalo, entre as décadas de 1980 e 1990, que se abriu espaço para a ascensão da esquerda, após diversas tentativas. Surge então Lula. Ele chegou oferecendo aos mais pobres a possibilidade de adquirir bens básicos como geladeira, televisão, acesso à linha telefônica, entre outros. Essas ações geraram gratidão e fidelizaram eleitores até os dias atuais.

O PT se apresentou como um partido que prometia moralizar o Brasil e conter a roubalheira que já existia — porém, com o tempo, essa corrupção não diminuiu, pelo contrário, tornou-se ainda maior. O partido permaneceu no poder por cerca de 14 a 16 anos, período em que o Brasil se afundou em dívidas, enfrentou retrocessos econômicos e viu valores familiares e morais se deteriorarem.

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A corrupção passou a fazer parte do cotidiano. Corrompeu o sistema e também as pessoas. No Brasil dos “justos”, para que um produto ou serviço tenha espaço, muitas vezes é preciso “molhar a mão” de alguém. Quem não aceita esse jogo simplesmente não avança. É esse o Brasil que muitos fingem não enxergar.

Foi nesse cenário que surgiu Jair Bolsonaro, combatendo de forma direta aquilo que grande parte da população também já percebia. Muitas vezes sozinho, enfrentou a esquerda, desmentiu narrativas e expôs um sistema de corrupção muito maior do que se imaginava.

A população, em silêncio, observava. Essa indignação silenciosa transformou-se em revolta popular. Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil com um discurso duro contra a esquerda, discurso que agradou uma parcela significativa da população. Lula foi preso — não por Bolsonaro, mas por decisões do próprio sistema judicial. Posteriormente, foi o STF quem o libertou.

Já no governo, Bolsonaro iniciou uma batalha intensa contra o sistema. Buscou moralizar práticas, mostrou ao povo brasileiro que o país poderia ser mais livre: incentivo ao empreendedorismo, redução de impostos, desburocratização de serviços, investimentos em infraestrutura, acesso à água para a população e grandes obras públicas entregues em tempo recorde.

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Durante seu governo, aumentou o Bolsa Família, que antes era considerado insuficiente, concedeu auxílio emergencial a milhões de brasileiros, destinou recursos para empresas evitarem demissões, liberou linhas de crédito, respeitou a decisão de quem quis se vacinar, enviou recursos, ambulâncias e apoio às prefeituras.

Mesmo em meio à pandemia, o Brasil cresceu.